mai 03 2012

Brasileiros já sao 2º maior número de usuários do Facebook, atrás apenas dos EUA

Publicado por Renato em Geral

Saiu no bluebus: De acordo com as métricas do site SocialBakers, o Brasil finalmente ultrapassou a Índia e é agora o país com o 2o maior número de usuários no Facebook.  Segundo os analistas do site, esse número se deve principalmente ao esforço das marcas e das agências em evidenciar suas campanhas online e esforço criativo para incentivar que mais usuários se tornassem fans das marcas – ressalta em especial as campanhas das marcas Guaraná Antártica, Skol e L’Oreal Paris Brasil. Vale destacar que a diferenca em números do número de usuários brasileiros (2o maior grupo) e indianos (3o maior grupo) é pequeno, mas a taxa de crescimento do Brasil é bem mais alta que a da Índia no Facebook – cerca de 22% contra apenas 5,24% dos indianos.

Fonte: http://www.bluebus.com.br

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nov 30 2011

Youtube Analytics com novas funcionalidades

Publicado por Renato em Geral

Editores de vídeo do Youtube estão satisfeitos por saber que o Google começou, hoje, a implantar novas ferramentas e funcionalidados ao Youtube Analytics. Isso permitirá aos editores a visualização de estatísticas completas, com dados sobre a popularidade dos vídeos e se eles foram vistos durante todo o tempo.

O que há de novo?

1. Todos os relatórios estão unificados com um Filtro de dados, que é uma ferramenta essencial exibida na parte superior de cada relatório. O Filtro de dados permite que você filtre os relatórios por tipos de Conteúdo, Local e Data. Você pode selecionar a partir de um período predeterminado ou criar um período personalizado.

2. A maioria dos relatórios tem um Gráfico de linhas por padrão, que captura a distribuição de uma métrica em um período especificado, com as seguintes opções:

a) Granularidade de data: os gráficos podem ser exibidos com pontos de dados em incrementos diários, semanais ou mensais.

b) Comparar métricas: selecione uma segunda métrica para comparação, que será exibida no gráfico. Por exemplo, você pode criar um gráfico de Espectadores ao lado de Apenas um espectador.

3. A maioria dos relatórios tem um Mapa interativo que captura a distribuição geográfica (limitada à seleção de local no seletor de conteúdo) da métrica informada no período especificado. Passe o mouse sobre um dos países para ver os dados de um país específico. A distribuição também é indicada visualmente pela intensidade da sombra em um país específico. Por exemplo, o mapa indica que esse usuário em particular tem uma alta proporção de exibições nos Estados Unidos e na Alemanha.

4. Agora, o relatório de download fará download dos dados exibidos no relatório, e não de todos eles. Até mesmo a alteração dos parâmetros na lista suspensa Visualizar por interfere no download dos dados.

Informações completas: http://www.google.com/support/youtube/bin/static.py?page=guide.cs&guide=1714169&topic=1728599

Fonte: Geeky-Gadgets.com

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nov 18 2011

Quando a gente muda o mundo muda com a gente

Publicado por Renato em Geral

“Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente. A gente muda o mundo na mudança da mente. E quando a mente muda a gente anda pra frente. E quando a gente manda ninguém manda na gente. Na mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura. Na mudança de postura a gente fica mais seguro. Na mudança do presente a gente molda o futuro!” (Gabriel, O Pensador)

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nov 10 2011

Google Think Insights

Publicado por Renato em Geral

Google lança seu mais novo produto: Google Think Insights. Com foco em tendências de consumo, insights de marketing e pesquisa da indústria, o site inclui estatísticas, uma biblioteca de pesquisa, incluindo vídeos e infográficos, ferramentas de planejamento, e uma seção para as tendências emergentes digital.

Conheça a serviço em http://www.thinkwithgoogle.com/insights.

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nov 08 2011

Manutenção no servidor de e-mails

Publicado por Renato em Geral

Visando a melhoria contínua de nossa infraestrutura de servidores da RaioZ host, informamos que na madrugada de terça-feira para quarta-feira (09/11), será realizada uma janela de manutenção programada no servidor de e-mails imap15.uni5.net durante o período da madrugada, visando corrigir dificuldades relativas a I/O apresentadas nas datas de 07 e 08/11.

Por medidas preventivas será realizada a migração de um número de domínios que utilizam o serviço de e-mails neste servidor, para uma nova máquina introduzida a nossa rede recentemente.

Devido a alteração de servidor, poderá ocorrer cache de conexão nos primeiros acessos, o tempo de renovação deste cache varia de acordo com seu provedor de acesso a internet.

Qualquer dúvida ou dificuldade relacionada com o serviço, contate-nos pelo e-mail suporte@raiozhost.com.

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nov 08 2011

Desmontando 7 mitos de Web Mobile Design

Publicado por Renato em Geral

Ontem, no Future of Web Design em Nova York, Brooklyn, o designer e desenvolvedor Josh Clark subiu ao palco para discutir os 7 mitos de Design Web Mobile.

“Nossos trabalhos estão ficando mais difíceis … Estamos inundados por todas estas telas diferentes. Mas esta é também realmente emocionante. Com que freqüência novas plataformas vêm por aí? … Temos o trabalho mais legal do mundo. Temos que descobrir como usar essas plataformas. É um dos momentos mais emocionantes da história da nossa cultura.” – Josh Clark

De acordo com Clark, designers são os antropólogos que devem ver as plataformas como se fossem as culturas. Então, o que faz uma cultura móvel diferente de uma cultura de desktop? “Nós tendemos a simplificar demais necessidades de mobilidade. E corremos o risco de construir aplicativos idiota para nossos usuários”, diz ele. Designers têm muitas mentalidades móveis e presunções culturais. Veja os mitos levantados por Clark:

  1. Usuários móveis são apressados e distraídos. Errado. Usuário móvel nem sempre está em movimento. É no sofá, na cozinha, e durante uma parada de três horas. Quando estamos no celular, estamos geralmente parados e provavelmente entediados.
  2. Móveis = Menos. Errado. Móvel não é menos. Móvel não é luz. Designers se baseiam por demais no tamanho da tela. A funcionalidadea não devem ser limitadas apenas devido ao tamanho da tela. “Dizer que design móvel deve ter menos é como dizer que livros de bolso têm páginas menores, de modo que devemos remover capítulos”, diz Clark.
  3. Complexidade é uma palavra suja. Errado. Complexidade é impressionante, dá vida a nossas texturas. Não se deve confundir complexidade com complicação. A complexidade deve ser gerenciada e não extinta. Ele cita o novo Facebook iOS app como um grande exemplo de um aplicativo complexo bem feito.
  4. Aberturas e cliques extras são do mal. Errado. É tudo questão de qualidade versus aberturas e cliques. Os designers podem criar uma grande idéia por tela em vez de uma grande idéia por app. Ele cita o Twitter app de teclado bem concebido que simplesmente desliza para dentro e fora de vista para que as tarefas secundárias são apenas um toque de distância.
  5. Tem que ter um site para celular. Errado. Designers devem se concentrar em todas as plataformas. Precisamos grandes experiências móveis mas não necessariamente um site separado. Designers não devem pensar em criar sites diferentes para dispositivos diferentes. Eles devem pensar: o que pode ser feito para melhorar a experiência?
  6. Móvel é sobre apps. Errado. Designers devem parar de se concentrar em aplicativos, não é sustentável. “Não podemos projetar uma nova experiência em todas as plataformas a partir do zero cada vez”, avisa. Então, citando Bruce Lee, diz ele, conteúdo é como água; leva muitas formas e deságua todas estas formas diferentes.
  7. Conteúdo e API são para programadores. Errado. Designers também têm de se preocupar com isso e se envolver nas soluções.

“Seu site móvel provavelmente deve ter menos coisas do que o seu web site. Não porque é móvel, mas porque o seu web site provavelmente está cheio de porcaria”, diz ele.

No final, Clark diz que os designers precisam se concentrar no fato de que os dispositivos móveis devem melhorar a experiência do usuário. Móvel é mais. É uma câmera, um giroscópio, GPS e voz! Móveis dá a um site super poderes, em comparação com uma experiência de web site.

 

Fonte: http://futureofwebdesign.com

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mai 13 2011

Sua marca está protegida na internet?

Publicado por Rodrigo em Geral

Ter um domínio devidamente registrado com o nome da empresa não é o suficiente para proteger sua marca na rede.

A necessidade de gerenciar a marca da sua empresa na internet ganha cada vez mais força. Essa preocupação é justificada por dois motivos. De um lado, está a popularização das redes sociais, o que exige das corporações mais atenção ao que é comentado sobre elas nesse ambiente colaborativo. Do outro, está o roubo de domínios, que desvia milhões de usuários de sites legítimos de empresas. Além de perder receita dos clientes que nunca chegarão ao site real, as empresas precisam entender que essa prática arruína, irrevogavelmente, suas reputações.

Essa prática de roubo dos domínios é mais comum do que parece e recebe o nome de cybersquatting. Usando variações de marcas, o golpe pode atrair clientes para sites que oferecem pornografia, vírus, páginas que vendem bens falsificados ou estão cheios de anúncios “pay-per-click”, alguns deles levando, inclusive, à compra de produtos e serviços de concorrentes. Há também quem registre domínios indevidamente, para obter vantagem financeira com a venda de URLs.

A maior parte dos casos de cybersquatting tem como objetivo criar sites clonados de uma empresa, para roubar os dados informados pelos usuários. Quando isso ocorre, a empresa precisa preservar todas as provas eletrônicas adequadamente.

Por tudo isso, o interesse das companhias em controlar o uso de seus nomes e marcas na internet tem crescido também no Brasil – pelo menos a procura das corporações por orientação jurídica a respeito do tema.

Aqui, o órgão responsável pelo registro de domínios, tanto para pessoa física quanto jurídica, é o Registro.br. O processo de registro de um domínio no Brasil, assim como em outras partes do mundo, não exige que seja feita uma verificação a respeito da identidade do solicitante. Ou seja, quem faz o pedido não precisa comprovar que é o representante legal ou o responsável pela marca. O registro é declaratório. A parte escolhe o nome e se responsabiliza pelo registro do domínio. Não é possível fazer uma checagem por conta do volume, além de fugir aos princípios da Internet.

Há dificuldade em todo o mundo na identificação exata dos dados cadastrais dos responsáveis pelo registro de domínios “sequestrados”. Cabe ao Registro.br manter registros precisos sobre o histórico de modificações realizadas. Nos tribunais, vemos diversas ações judiciais nas quais é requerido à entidade prestar informações sobre procedimentos de registro e transferência contestados pelos autores das ações, fornecer dados cadastrais dos usuários e até mesmo de impedir a reiteração de fatos que envolvem a utilização indevida de marcas de renome ou notórias.

Se a empresa detentora da marca verificar que um domínio está infringindo seus direitos, deve adotar medidas judiciais.O Registro.br informa os dados à Justiça e, se houver pedido judicial, cancela ou transfere o domínio para o dono da marca. Pelos cálculos dos especialistas, uma disputa judicial deste tipo leva, em média, dois anos para chegar ao fim, considerando-se apenas a primeira instância do processo. Se houver recurso, a briga vai para o Tribunal de Justiça e o caso se arrastará por mais algum tempo.

Tem mais. Ter um domínio devidamente registrado com o nome da empresa não é o suficiente para proteger sua marca na internet. É preciso monitorar o que é “falado” na internet a respeito da companhia, em vários meios, principalmente redes sociais e blogs. “O ideal é ter uma área ou um fornecedor cujo trabalho seja identificar como a empresa aparece no Google e quais são os resultados das buscas feitas pelo nome da companhia. Nesse trabalho é fundamental que o monitoramento seja articulado e realizado de forma conjunta com ações da área de marketing da companhia, que desenvolverá estratégias para solucionar possíveis problemas.

Por exemplo: se um blog faz críticas ao processo de entrega de uma loja online e o procedimento realmente é falho, a empresa precisa tomar medidas para mudar sua cadeia logística, não apenas para tentar mudar sua reputação online. Muitas vezes as pessoas querem mudar apenas as consequências, mas não a causa das reclamações. Os comentários negativos existirão se a empresa estiver presente na internet ou não. Mas, se ela estiver lá, conseguirá mostrar aos clientes que está disposta a ouvi-los e resolver o problema.

Existem vários softwares no mercado que fazem o trabalho de “detetive virtual”, como o Radian6, Radar e Buzzmonitor. Eles rastreiam e dão alertas sobre quais sites citaram a marca de uma empresa. Mas não basta adotar as ferramentas, é preciso analisar as informações. E esse trabalho deve, necessariamente, ser feito por pessoas, devido a seu caráter subjetivo. Você pode coletar os dados por alguma ferramenta e até criar algoritmos para selecionar palavras com tendência positiva ou negativa, mas entender se aquela menção é boa, ruim ou neutra será sempre subjetivo.

A classificação da relevância ou do grau de importância de determinado comentário pode ser feita levando-se em conta a audiência de um blog ou site; a quantidade de vezes que determinado post foi “linkado” por outros blogs; o número de seguidores no Twitter e de republicações que o “tweet” teve, por exemplo. O custo mensal de um serviço de monitoramento de citações de marca na internet varia, dependendo da quantidade de categorias de palavras que se deseja rastrear. Já o processo de análise pode ser feito internamente, embora a contratação de uma empresa terceirizada possa reduzir os investimentos em ferramentas para esse tipo de análise.

Garimpar os dados não é algo muito complicado, mas categorizar as informações e, a partir daí, fazer análises, pode demorar muito se feito internamente. E isso exige conhecimentos específicos da web e das redes sociais.

 

Fonte – http://www.nic.br

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abr 21 2011

Brasil é líder em ataques do tipo phishing envolvendo bancos

Publicado por Rodrigo em Geral

A ESET, empresa especializada em segurança de computadores, identificou três servidores utilizados por criminosos para roubar senhas e dados pessoais no Brasil. Os servidores hospedam 63 sites falsos, com terminações .br, .com e .gov.br. Entre eles, há sites falsos de 16 bancos brasileiros.

Segundo a empresa, o Brasil é líder em ataques do tipo phishing envolvendo bancos. Nesses ataques, o criminosos constrói um site falso imitando o do banco. Depois, usando e-mail, mensagens instantâneas e textos em redes sociais, procura enganar o usuário para que vá ao site falso. Pensando tratar-se do verdadeiro, a pessoa fornece sua senha e outros dados pessoais. O criminosos pode, depois, utilizar esses códigos para desviar dinheiro da conta da vítima.

“Os criminosos virtuais do Brasil estão muito focados no roubo de credenciais bancárias. A maioria dos ataques é projetada para essa finalidade. O tamanho do país e o grande número de usuários de home banking são as principais motivações para isso”, diz Pablo Ramos, especialista da ESET.

 

O Brasil é líder em ataques do tipo phishing envolvendo bancos

O Brasil é líder em ataques do tipo phishing envolvendo bancos

Cuidados:

- Para evitar cair nesse tipo de golpe, continua valendo as recomendações habituais. É preciso desconfiar sempre de mensagens que pedem que a pessoa vá ao site do banco e digite seus dados. A presença do logotipo do banco não é, é claro, garantia de que o texto seja autêntico.

- Ao usar serviços bancários, é importante verificar se o endereço indicado no browser é mesmo o do banco. O acesso deve ser criptografado, o que é indicado pelo endereço começando em “https://”.

- O cuidado deve ser redobrado quando o site pede que o usuário instale algum suposto programa de segurança. Se o site for falso, é provável que o programa seja um cavalo de troia. E, naturalmente, ter um bom antivírus no computador é indispensável para se garantir contra eventuais distrações.

 

Fonte: http://info.abril.com.br

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mar 05 2011

Brasil está na mira do Google

Publicado por Rodrigo em Geral

O Brasil está na mira do Google: em pouco tempo, o país deve se tornar o sexto maior mercado da gigante das buscas.

A informação foi dada por ninguém menos do que o CEO da empresa Eric Schmidt, que vê a receita na América Latina praticamente dobrar a cada ano, tornando-se a região que mais cresce na empresa.

CEO do Google Eric Schmidt

Eric Schmidt - CEO do Google

Em entrevista à agência de notícias Reuters, Schmidt disse que esse crescimento se deve à recuperação econômica pós-crise, mas também à instalação de banda larga e ao desenvolvimento do comércio eletrônico.

Atualmente, apenas entre 2% e 3% da receita total de US$29,3 bilhões vem da AL, mas as expectativas do CEO são de que isso aumente consideravelmente nos próximos anos. Ele cita o Brasil como centro desse crescimento e diz que o país está a caminho de se tornar a sexta nação em rendimentos ao Google. Um dos exemplos de sucesso seria justamente a rede social Orkut, que ainda mantém a liderança apesar do crescimento do Facebook.

Schmidt permanence como CEO do Google até abril, quando Larry Page, um dos co-fundadores da companhia, assume o cargo. A mudança é, justamente, uma tentativa de rivalizar com a rede social de Mark Zuckerberg.

 

Fonte: http://info.abril.com.br

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fev 26 2011

Google vai trocar algoritimos para evitar distorções nas buscas

Publicado por Rodrigo em Geral

Empresa informa que a atualização está sendo implementada nesta semana e deve afetar cerca de 11,8% dos resultados

O Google anunciou nesta sexta-feira (25/2) mudanças em seus algoritimos de busca. O objetivo é evitar que os chamados “content farms” (ou fazendas de conteúdo) – sites que de baixa qualidade, que se apropriam de conteúdos de terceiros para melhorar a indexação nos mecanismos de busca – apareçam em destaque nos resultados do buscador.

Google vai trocar algoritimos para evitar distorções nas buscas

Em seu blog oficial, o Google afirma que a atualização tem como intuito evitar distorções, ao permitir que sites de baixa qualidade fiquem bem posicionados nos resultados das buscas. “Ao mesmo tempo, isso vai proporcionar rankings melhores para sites de alta qualidade – que contêm conteúdo original e informações como pesquisas, reportagens em profundidade, análises etc”, informou a empresa .

A atualização do algoritmo está sendo implementada aos poucos nesta semana e deve afetar cerca de 11,8% dos resultados de busca no Google. A iniciativa veio depois de uma série de reclamações de usuários em relação ao posicionamento de “content farms” no buscador.
Por enquanto, a mudança afeta só a página norte-americana do Google, mas deve em breve ser aplicada para outros países.

 

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br

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